|
|
|
Songs | Albums | Album Arts
Lyrics:
Diz-me se és o meu reflexo, ó fonte vulgar Diz-me onde esconder a arma que eu soube enferrujar Castro com castro edificas, eu castro o gesto a que incitas Estátua do orgulho gelada sobre esta água parada O vento de amanhã quando soprar desagregará o tempo presente A memória da batalha clássica foi-se, a bandeira ser-me-à indiferente Vim p'ra devolver a cidade aos intoxicados da terra Será nos gabinetes que se ditará a nova guerra Sempre que fui combater rastejei pelo chão Onde nem a beladona cresce tocando o musgo com a mão Descarnado de alma, mas mantendo a calma Dilacerado esforço em vão O vento de amanhã esfuma os viciados do controle O cheiro a carne assada humana é já uma recordação Nem mais um soldado anónimo dormirá neste caixão Sonhando arrogante com o nome da batalha banal
O vento de amanhã se soprar desagregará o tempo presente A memória da batalha clássica foi-se, a vitória será indiferente Nem mais um soldado anónimo dormirá neste caixão Sonhando arrogante com a nova guerra
|
All lyrics are property and copyright of their owners.
Copyright © 2002-2026. Zortam.com. All Rights Reserved.
|